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Outras Vozes - contos sobre o negro escravizado no Brasil

R$34,90

Disponibilidade: Em estoque

Título: Outras Vozes – Contos sobre o negro escravizado no Brasil
Autor: Plínio Camillo
Especificações: 152 p. 14x21 cm - Brochura
ISBN: 978-85-69013-03-7
Assunto: ficção – conto, ficção nacional

Neste livro construído a partir de uma sequência de contos cuja narrativa muitas vezes flerta com a sonoridade do poema, Plinio Camillo nos transporta para variados cenários e enredos, desde a vinda nos navios negreiros e o trabalho nas fazendas, passando pelos “negros de estimação”, até os alforriados que trabalhavam nas cidades e os mestiços protegidos pelos pais que não os podiam assumir e moravam nos fundos da Casa Grande com certos privilégios.

Detalhes

O que se aprende na escola se reduz às leis que, muito depois dos outros países, aos poucos foram acabando com a escravidão no Brasil. O que se vê nos filmes e novelas de TV é sempre algo açucarado que se prende às chibatas, aos castigos, injustiças e histórias de amores impossíveis entre gente de cor diferente, com os negros sempre como coitados e sem individualidade alguma. Mas Plinio Camillo em “Outras vozes” abre o panorama e subverte tudo ao dar para o negro escravizado um perfil e uma voz dissonante, ousando destoar do pouco que nos foi ensinado - e que fomos forçados a acreditar. Plinio Camillo sabe o que fala. Depois de intensa pesquisa, ele nos traz histórias em que o negro é o protagonista e a partir do qual as histórias são narradas, e esta é a grande novidade que ele nos propõe. Ora o escravo é o oprimido, ora o opressor. Sim, por incrível que possa parecer, escravos em melhores posições oprimiam os de baixo e podiam ser igualmente cruéis. Neste livro construído a partir de uma sequência de contos cuja narrativa muitas vezes flerta com a sonoridade do poema, Plinio Camillo nos transporta para variados cenários e enredos, desde a vinda nos navios negreiros e o trabalho nas fazendas, passando pelos “negros de estimação”, até os alforriados que trabalhavam nas cidades e os mestiços protegidos pelos pais que não os podiam assumir e moravam nos fundos da Casa Grande com certos privilégios. Ioiô, Madalena - que nasceu sem os braços, Zumira - que teve os seus filhos vendidos, Ifigênia – a cozinheira desdentada, o acorrentado sem dedo, João Criolo – o escravo faiscador (segundo o dicionário, valente, destemido), Conceição - a mulata trigueira talvez filha do patrão ou do judeu que passou por ali, Antonio - o negro alforriado e Bilal - o condenado a 24 dias de açoites. Estes são apenas alguns dos personagens que conhecemos nestas páginas escritas com muita potência e capazes de tornar o autor Plinio Camillo porta-voz de uma etnia que matiza 52% dos brasileiros.

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